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Portão fechado não prejudica torcedor de paz

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 3 de julho às 08:52

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou proposta (PL 5351/13) que libera a presença de torcedores nos estádios mesmo em partidas que teriam que ser disputadas com portões fechados (sem a presença de público), nos casos em que o clube mandante do jogo tenha sido punido por algum episódio de violência envolvendo a torcida.

A entrada seria liberada apenas para aqueles que não estejam envolvidos no evento que levou à punição do time.

O projeto, que altera o Estatuto do Torcedor (Lei 10.671/03), foi aprovado de forma conclusiva, e deve ser analisado em seguida pelo Senado.

Atualmente, regulamentos de competições, ou decisões da Justiça Desportiva e de entidades como a Federação Internacional de Futebol (Fifa), confederações e ligas nacionais, determinam que equipes e seleções disputem suas partidas com portões fechados devido à má conduta da torcida, como brigas e manifestações de racismo.

O autor da proposta, deputado Marcelo Matos (PDT-RJ), afirmou que a suspensão desse direito deve ser apenas para os envolvidos em episódios de violência dentro ou próximo aos estádios. A opinião dele é de que a lei atual fere o preceito da Constituição Federal que determina que nenhuma pena pode passar da pessoa do condenado.

Para o relator, Marcos Rogério (PDT-RO), a alteração não fere a legislação brasileira, e ele acatou os argumentos a favor da proposta.


Vídeo: seleção brasileira precisa de “Nervos de Aço”

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 2 de julho às 15:30

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Imagine os chorosos jogadores brasileiros em terapia com a psicóloga oficial.

Antes das quartas de final.

Colossal.

É colocar Nervos de Aço do Grande Lupicínio Rodrígues.

Com o suave Paulinho da Viola, tranquilo, tranquilo.

De fundo musical.


Robben: “Estou curtindo muito”

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 2 de julho às 12:33

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robbencurtição

“Não trocaria o Robben por nenhum jogador no planeta. Ele está fazendo uma Copa do Mundo incrível”. No que diz respeito a elogios, o de Dirk Kuyt está entre os mais entusiasmados do Brasil 2014. E, ainda que os fãs de Messi, Neymar e Cristiano Ronaldo possam até discordar da primeira frase do experiente atacante holandês, a segunda é indiscutível.

Em qualquer análise, Robben vem sendo um dos jogadores excepcionais desta Copa do Mundo da FIFA. Qualquer adjetivo inferior a “incrível” minimizaria atuações que, desde o começo, vêm inspirando e impulsionando a Holanda.

Mas nem tudo está sendo um mar de rosas para os comandados de Louis van Gaal no Brasil 2014, já que a vitória sobre o México nas oitavas de final foi a terceira em que eles se viram forçados a virar o jogo. Por outro lado, sempre que as coisas se complicavam Robben apareceu, liderando os ataques holandeses com velocidade e garra e, claro, gols e passes decisivos.

A Costa Rica sem dúvida já apontou o ala do Bayern de Munique como a principal fonte de perigo para sua defesa no encontro entre as duas seleções pelas quartas de final no próximo sábado. E os centro-americanos enfrentarão um jogador que está aproveitando cada minuto de sua passagem por esta Copa do Mundo. Foi o que ele contou à FIFA.

FIFA: Que jogo aquele com o México… Como foi para você viver aquilo?


Arjen Robben:
Sim, inacreditável. Logo depois do jogo, era bem difícil valorizar o que tínhamos acabado de fazer. Faltando três ou quatro minutos, estávamos fora do torneio, mas com o apito final nem precisamos da prorrogação — já tínhamos nos classificado. Dois gols em cinco minutos, que virada fantástica.

Você achava que tudo daria certo no fim?
Na verdade, não. Achei no primeiro tempo que não estávamos indo bem quando o México tinha a posse de bola, e que esse era um aspecto no qual tínhamos sido muito bons nos primeiros três jogos. Isso vai ter que melhorar contra a Costa Rica. No geral, acho que fomos melhores quando tínhamos a bola, o que é um extra. Mas eles foram um pouco melhores do que nós no primeiro tempo. Também deixamos que eles jogassem um pouco demais.

Você consegue explicar como a equipe virou a situação?
Nós mudamos de tática num determinado momento, mas acho que foi uma consequência do que as duas equipes estavam fazendo. Estávamos tentando muito marcar um gol, jogando com três atacantes no fim (e quatro às vezes), enquanto eles estavam recuando muito. Acho até que eles substituíram o atacante e começaram a jogar cada vez mais defensivamente. Então isso deu a iniciativa para nós e aproveitamos ao máximo, criando muitas chances.

Mais uma vez, as substituições tiveram um impacto positivo. Enquanto o Memphis Depay marcou nos outros jogos, desta vez foi o Klaas-Jan Huntelaar. Isso dá uma ideia da qualidade do elenco e de Louis van Gaal como técnico?
Nós temos um técnico incrível, que sabe exatamente que jogadores colocar e em qual momento, e como mudar as coisas em campo. Isso é fantástico. E, apesar de o Klass-Jan e de o Memphis terem marcado, acho que todos os jogadores que entraram como substitutos até agora tiveram uma influência positiva e fizeram um trabalho incrível. No fim, é desse tipo de força que você precisa para ganhar uma Copa do Mundo.

E quanto ao pênalti? Por que o Huntelaar cobrou?
Acho que foi uma decisão muito inteligente. De novo estamos falando de um substituto, que acabava de entrar descansado e concentrado. E, com a técnica que tem na hora de chutar, ele marca gols com muita facilidade, mesmo da marca do pênalti. Eu confiava muito nele e ele mesmo estava muito convencido (de que marcaria).

Você vem sendo fundamental em cada partida até agora e tem gente citando seu nome como possível melhor jogador do torneio. Como se sente no momento?
Eu me sinto muito forte, me sinto bem, em forma, e acho que isso é o mais importante, porque posso soltar tudo isso em campo. Estou me divertindo muito e curtindo aqui para valer. No segundo tempo (contra o México), cheguei mais na bola e consegui levar mais perigo para o adversário subindo para o ataque. É uma sensação boa. Psicologicamente eu me sinto muito bem e fisicamente eu me sinto bem forte. Estou conseguindo jogar meu futebol e fico muito feliz de que posso ajudar a equipe. Também acho que nós (os jogadores mais experientes) temos uma responsabilidade diante dos mais jovens. Estamos tentando fazê-los caminhar conosco, e acho que temos uma boa combinação de experiência e juventude neste momento. Mais uma vez: tudo que fazemos, fazemos juntos. Foi demais virar o jogo (contra o México) como equipe.

Apesar de existir um grande respeito pelo que a Holanda vem fazendo, algumas pessoas dizem que a equipe não está jogando com um típico estilo holandês. Qual é sua opinião?
É claro, estamos acostumados a jogar no 4-3-3, um futebol ofensivo com dois alas, mas também acho que é preciso olhar a qualidade do elenco. É isso que fizemos, e que o técnico fez. Conversamos muito com ele e decidimos jogar com um esquema um pouco diferente. Acho que é muito funcional; talvez não tão dominante quanto a maneira como estávamos acostumados a jogar, mas ainda assim é muito bom. Já fizemos quatro partidas e marcamos 12 gols. Acho que isso é muito positivo.

Considerando sua participação na final de 2010, você se vê como alguém que tem uma missão aqui?
Acho que temos uma missão juntos. Quando você vai para uma Copa do Mundo, não é para curtir o clima e a praia do Rio. Você vai para ganhar jogos e chegar o mais longe possível. Não acho que as expectativas fossem muito altas antes do torneio e, assim, podemos nos sentir muito orgulhosos em relação a onde estamos.

Para terminar, a Costa Rica será o adversário de vocês nas quartas de final. O que sabe sobre ela?
Acho que é uma seleção muito forte. Precisamos manter a concentração, porque a Costa Rica tem uma equipe muito boa, e já mostrou isso em seu grupo, que era muito difícil, com Itália, Inglaterra e Uruguai. Eles vêm impressionando e nós vamos ter que nos preparar muito bem se queremos ganhar.


Vídeo: o baile dos canarinhos de Telê na Argentina de Maradona

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 2 de julho às 10:56

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Brasil perto do título. Foi a manchete do Jornal do Brasil no dia seguinte à vitória brasileira sobre a Argentina(3×1) pela Copa do  Mundo de 1982, dia 2 de julho. Uma aula de futebol-arte. Zico, Serginho Chulapa e Júnior, com Ramon Díaz marcando para os hermanos. O time, que seria eliminado pela Itália três dias depois, é mais reverenciado que os vitoriosos de 1994 e 2002.

O Brasil: Valdir Peres; Leandro(Edevaldo), Oscar, Luizinho e Júnior; Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico(Batista); Serginho Chulapa e Éder. Técnico: Telê Santana. Argentina: Fillol; Olguín, Galván, Passarella e Tarantini; Barbas, Ardiles, Maradona e Kempes(Ramon Díaz); Bertoni(Santamaria) e Calderón. Técnico: César Luis Menotti.

Três dias depois, Paolo Rossi mandou os canarinhos de volta para a gaiola. E a força reassumiu o lugar da magia no futebol brasileiro, hoje pagando o preço de trocar a filosofia da formação de habilidosos pela adaptação submissa ao rúgbi. As imagens mostram que era muito diferente em 1982. Perder por perder, o Brasil perdeu jogando feio em 1974, 1990, 2006 e 2010.

 


Vídeo: 20 anos da morte do zagueiro que fez gol contra

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 2 de julho às 10:58

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Faz 20 anos da morte de Andrés Escobar, zagueiro da seleção colombiana do início da década de 1990, assassinado poucos dias após marcar o gol contra que derrubou a equipe favorita logo na primeira fase da Copa de 1994. Uma das páginas mais trágicas e inexplicáveis do livro das Copas.

 

Assassinado em 2 de julho de 1994, Escobar tornou-se o símbolo de uma geração considerada favorita ao título da Copa dos Estados Unidos – nas palavras de Pelé, ao menos. O futebol vistoso jogado por Valderrama, Rincón e Asprilla misturou-se aos cartéis de drogas em uma história que terminou mal, sem títulos e com uma grande tragédia.

 

As circunstâncias ainda são misteriosas. Escobar levou tiros ao sair de uma boate em seu país e a alegação era de que um apostador frustrado pela péssima campanha colombiana resolveu justiçá-lo. É a versão oficial, mas era ostensivo o poder do narcotráfico, comandado por contemporâneos de outro Escobar, o violento e poderoso Pablo, que reinou aterrorizando o país até ser morto pelas forças de segurança em 1993.

 


Quartas de final ontem e hoje

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 1 de julho às 11:05

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Rogério Tadeu Romano

Procurador da República aposentado

Após ter milagrosamente ganho, nas penalidades máximas, o Chile, que não merecia ter sido eliminada, o selecionado brasileiro de futebol enfrentará o da Colômbia, nas quartas de final.

Longe estamos dos tempos em que, no Maracanã, em 1977, vi o Brasil, com Marinho, Rivelino, Paulo Cesar Lima, Carlos Alberto, surrar a Colômbia, por 6×0, numa eliminatória para a Copa da Argentina, em 1978.

Como ocorreu contra o Chile, deve a Colômbia ter a iniciativa das jogadas com James Rodriguez, Jackson Martinez, Juan Guilhermo Cuadrado(que está numa forma esplendorosa, após uma ótima temporada na Fiorentina, no campeonato italiano). Isso sem esquecer Juan Quintero que é um bom meia e atualmente joga no Porto, de onde saiu James Rodrigues para jogar no Mônaco.

O problema do selecionado brasileiro não é psicológico: é técnico. Não há meio de campo, pois Oscar, que não joga como meia, mais serve para dar apoio como ponta, além de que não se tem atacante, que há um ano não joga uma partida de destaque. Mais uma vez, vem a pergunta quanto a colocar Ramirez e Willian, vindo de trás, ter cuidado com os dois laterais que vão oferecer à Colômbia uma verdadeira avenida. Se não bastasse, fala-se que a Seleção poderá jogar com três zagueiros, reeditando o esquema tático de 2002. Ora, só que, naquela época, tínhamos Rivaldo(que era um dos melhores do mundo), os Ronaldos. Hoje, só há o craque do Barcelona.

Há algum tempo, Brasil e Colômbia realizaram um ótimo amistoso, onde já se via Cuadrado jogando o fino da bola, algo que lembra o Zé Roberto, há alguns anos atrás, em matéria de eficiência técnica, força física. O Brasil jogou com Kaká, perdeu um pênalti, e o resultado foi empate. Hoje, o Brasil conta com uma vantagem: Radamel Falcão Garcia não jogará, ele que é um dos maiores atacantes do futebol mundial.

Necessário deixar as ilusões e ver que o futebol do Brasil passa por uma das  mais sérias crises de sua historia, crise que passa por falta de meias de criação, de atacantes, onde não faltam volantes, zagueiros. Talvez por isso, no cenário sul-americano, não tenho melindre em dizer que Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai lhe são superiores e é o que se verá na próxima Copa América.

Mas o grande jogo da etapa será entre França(que tem o favoritismo) e a Alemanha. O jogo deverá ser decidido no meio de campo, onde a França, com Pogba, Matuiti, Valbuena, parece estar melhor, sem contar que está com Karim Bezema, que fez uma boa temporada no Real Madrid, e Olivier Giroud, em forma. Por sua vez, a Alemanha mostrou falhas terríveis no sistema de marcação e teve claras dificuldades em passar por equipes africanas, como foi o caso de Gana e da Argélia.

O certo é que, salvo um terrível acidente de percurso, a “laranja mecânica” deverá estar nas semifinais, como sério candidato ao título.

Quanto a Argentina, aguardemos o desempenho do melhor jogador de futebol da atualidade e a forma como poderá  enfrentar a retranca suíça e a Bélgica, com Hazard, na melhor seleção de sua historia.


Crises de choro de brasileiros preocupam

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 1 de julho às 10:13

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A condição emocional da seleção brasileira na Copa do Mundo preocupa a comissão técnica. No discurso, jogadores e o restante da delegação dizem que manifestações como as lágrimas no Hino Nacional são normais, principalmente pelo fato de a competição ser disputada no país. Mas, entre eles, estudam soluções para minimizar a pressão até o fim do Mundial.

A preocupação é tamanha que a psicóloga Regina Brandão foi convocada a retornar à Granja Comary. No início da preparação, ainda em maio, ela e as colegas Aline Magnani e Gisele Silva traçaram perfis individuais dos jogadores. A reação deles a situações extremas pode até interferir na formação do time para as próximas partidas. Contra a Colômbia, sexta-feira, pelas quartas de final, o volante Luiz Gustavo terá de cumprir suspensão por dois cartões amarelos. A atitude de Paulinho antes da disputa de pênaltis contra o Chile o colocou como favorito a ocupar seu lugar.

Thiago Silva chorando jogo Brasil x Chile (Foto: EFE)Thiago Silva chorando no jogo entre Brasil e Chile: psicológico da Seleção está sendo monitorado (Foto: EFE)

O volante do Tottenham perdeu a posição para Fernandinho após três atuações irregulares na primeira fase. No último jogo, quando o novo titular sentiu câimbras e precisou sair, entrou Ramires. Mas na roda dos atletas, antes dos pênaltis, o jogador assumiu o comando, foi para o centro e passou mensagens de incentivo a cada cobrador e ao goleiro Julio César.

Já que o Brasil não tem jogado bem – e a comissão técnica também admite isso internamente -, a experiência de Paulinho em momentos decisivos como a Copa das Confederações do ano passado e os títulos que conquistou pelo Corinthians, sobretudo a Libertadores e o Mundial, serão levados em conta.

Outro jogador que ganhou pontos foi o goleiro Victor. Ele alertou Felipão sobre a dificuldade da Seleção no rebote em razão de os setores do time estarem muito distantes no segundo tempo da partida diante do Chile. A compactação foi muito abordada pelo técnico no intervalo para a prorrogação. A participação do terceiro goleiro no incentivo para os pênaltis também foi alvo de elogios.

Thiago Silva, isolado, antes da disputa de pênaltis contra o Chile (Foto: Getty Images)

Paulinho também teve uma conversa com Thiago Silva no gramado. O capitão é uma das maiores preocupações da comissão. Sua postura antes dos pênaltis chamou atenção. Ele ficou sentado sobre uma bola, isolado, com expressão facial absolutamente abatida. Depois da classificação, o zagueiro admitiu que exagerou ao externar sua preocupação, mas ressaltou que isso não prejudicou seu desempenho em campo.

Thiago tem sido um dos melhores jogadores da seleção brasileira na Copa do Mundo. Até foi eleito pela Fifa para a equipe ideal da primeira fase da competição. Para muitos, a exagerada pressão colocada sobre o grupo, até mesmo pela comissão técnica e a cúpula da CBF, que assumiram o favoritismo sempre e disseram frases como “temos que ser campeões de qualquer jeito” ou “já temos uma mão na taça”, contribuiu para esse descontrole. Para se ter uma ideia, até o goleiro Jefferson, tido como extremamente frio, já foi visto com lágrimas nos olhos.

Na noite da última segunda-feira, a comissão técnica se reuniu com os jogadores e abordou o aspecto emocional. Em encontro com jornalistas selecionados por Felipão, horas antes, o técnico, o auxiliar Murtosa e o coordenador técnico Carlos Alberto Parreira admitiram que há desequilíbrio emocional no elenco. Avaliam que um aspecto negativo de a Copa do Mundo ser disputada no país é que fatores externos chegam aos jogadores: propagandas na televisão, contato com torcedores e pessoas próximas, entre outros. É mais difícil blindar.

Neymar comemoração Brasil (Foto: Mowa Press)


Boçal de Gana que reclamou de hotel merecia “mosqueiro”

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 30 de junho às 14:21

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boateng

Pela porcaria  que jogou na Copa do Mundo, o marrento de Gana, Boateng,merecia ter dormido num mosqueiro, cheio de muriçocas desafinadas e boas de pontaria.

Barulho de muriçoca irrita mais do que a picada.

Boateng, cheio de banca, reclamou de um hotel em Natal.

Pose de quem nasceu numa mansão paradisíaca.

Mascarado.

Bola que é bom, ficou na mala.

Que é ele mesmo.


Assessor de imprensa da CBF é punido por briga

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 30 de junho às 13:00

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A Fifa anunciou que abriu um procedimento disciplinar contra o assessor de imprensa da CBF, Rodrigo Paiva. A entidade confirmou, através de um vídeo, que o membro da comissão técnica brasileira desferiu um soco contra o atacante chileno Pinilla e decidiu suspendê-lo preventivamente por um jogo. Desta forma, ele está vetado para a partida contra a Colômbia, pelas quartas de final da Copa do Mundo.

“Podemos dizer que houve procedimentos aberto contra Rodrigo Paiva. Foi suspenso por um jogo”, afirmou a porta-voz da Fifa, Delia Fischer. “Ele recebeu um tipo de cartão vermelho no intervalo. Não posso mais fazer comentários enquanto há um processo em curso”.

A CBF já foi comunicada da suspensão e não irá recorrer da punição preventiva. A entidade explicou que Paiva está liberado para trabalhar normalmente no período pré-jogo, durante os treinamentos na Granja Comary, e não teve sua credencial retirada. O assessor, porém, não seguirá com a delegação para o estádio Castelão no jogo contra a Colômbia. Ele ainda terá de submeter sua defesa ao comitê disciplinar até 17h de terça-feira.

“Fui apartar a briga e acabei levando um soco na barriga. Reagi empurrando alguém do Chile. O quarto árbitro viu e relatou. Hoje fomos informados da punição”, disse o assessor de comunicação da CBF.

A confusão ocorreu na saída das delegações de Brasil e Chile para os vestiários durante o intervalo do confronto pelas oitavas de final, no Mineirão. Gary Medel, que estava na marcação de Fred, se estranhou com o atacante e levou um tapa no pescoço. Imediatamente os demais jogadores se juntaram em torno da confusão.

O empurra-empurra prosseguiu no caminho para os vestiários. Rodrigo Paiva se envolveu em confusão com jogadores e membros da comissão técnica chilena, que acusaram o assessor de ter desferido um soco no atacante Pinilla – versão inicialmente negada pelo integrante da CBF.

“O que aconteceu foi que o chefe da imprensa de vocês acertou o nosso jogador. A confusão terminou assim”, disse Maria José, funcionária do departamento de comunicação da Federação Chilena.

“Foi uma confusão generalizada, não foi algo só comigo. Só que o Pinilla veio para cima de mim e eu apenas me defendi. Reagi empurrando ele”, afirmou Rodrigo Paiva. “Rolou uma discussão e um empurra-empurra. Foi entre as comissões técnicas, não teve jogador envolvido. O auxiliar do [Jorge, técnico do Chile] Sampaoli, um cabeludo [Sebastian Beccacece] começou a xingar. Teve trocas de empurrões. A arbitragem viu e apartou. Não houve agressões, mas teve empurrões”.

 


Dunga está confiante na seleção

Em por Rubens Lemos
Atualizado em 30 de junho às 08:39

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O ex-técnico da seleção brasileira, Dunga, disse acreditar que o Brasil será hexacampeão este ano jogando em casa. O treinador afirmou que a experiência de Felipão, atual comandante do time, fará com que o time aproveite melhor os erros dos adversários na reta decisiva da Copa do Mundo.

“Felipão ganhou campeonatos, sabe trabalhar com a equipe, é um treinador experiente, sabe o que tem nas mãos e sabe tirar proveito do erro dos adversários”, disse Dunga ao jornal As, da Espanha.

Questionado sobre as partidas ruins que a seleção brasileira fez contra o México, na primeira fase, e contra o Chile, nas oitavas de final, quando precisou ir à disputa de pênaltis para garantir a classificação e por pouco, em uma bola na trave nos minutos finais da prorrogação, não foi eliminado em casa, o ex-técnico da seleção manteve a confiança.

“O time vai melhorar nas fases mais decisivas”, disse Dunga, que afirmou ainda sentir muito a eliminação nas quartas de final da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul. “Sim, é duro, mas eu prefiro não pensar mais nisso”, afirmou o treinador.

A seleção brasileira de Felipão volta a campo na próxima sexta-feira, às 17h (horário de Brasília), em Fortaleza, no Castelão, contra a Colômbia. A partida vale uma vaga na semifinal da Copa do Mundo. As duas últimas participações brasileiras no Mundial acabaram justamente nas quartas de final, após derrotas para a França, em 2006, e Holanda, em 2010.


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